quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Educa Cine usa a Educomunicação como forma de conscientizar as crianças do Ipê-Amarelo


Com a missão de despertar o senso crítico das crianças, que fazem parte do Programa Ipê-Amarelo, com o apoio de jovens de 13 a 14 anos fortalecendo a prática intergeracional, o Núcleo de Educomunicação da Fundação Julita criou o “Educa Cine”.

Resultado e ampliação do Cine_Juventude, a atividade consiste em debater temas diversos por meio da apresentação de um desenho, filme ou documentário, que levante a reflexão para que cada educando possa entender e respeitar a forma do outro ser, agir, se vestir, livres de preconceitos.

Em média 100 crianças entre 6 a 8 anos participam do Educa Cine, como explica a educadora, Leidyla Nascimento. “Escolhemos o audiovisual porque gostamos muito do Cine_Juventude que já acontece aqui na organização, porém não é destinado para o público infantil. E, pensando nas crianças, o Educa Cine proporciona um dia diferente de integração e aprendizado”, conta ela.

Respeito à diversidade

Como forma de organizar para que todas os educandos participem do debate, acontece a criação de pequenos subgrupos que fazem a discussão sobre o desenho e o tema proposto

Em seguida, um representante é escolhido para apresentar o resultado do debate para o restante da turma. E, juntos, todos possam refletir e apontar alternativas que levem ao respeito à diversidade na escola, na família, em todos os setores da sociedade.



Crianças empoderadas e protagonistas do Educa Cine

Dentro desse processo pedagógico, as crianças são protagonistas de toda a atividade. Há a divisão de equipes: Comunicação, Pesquisa e Produção. 
O grupo de comunicação é responsável por toda divulgação e sensibilização dos grupos. As sensibilizações são feitas um dia antes do Cine, as crianças passam nas salas e desenvolvem alguma reflexão sobre o tema. Além disso, organizam os cartazes de divulgação, registros em fotos, vídeos e relatos.

A equipe de pesquisa é responsável por identificar o tema, elaborar a mediação no dia do Cine, que é feita por um jovem mais velho beneficiado pela Fundação Julita, e pensar a ação que terá depois da exibição, se será debate, atividade prática, etc. Outra função é trazer o tema e ver se há alguma ligação com as vivências das demais crianças e se elas realmente entenderam a proposta. 

Já o grupo de produção fica responsável por arrumar o espaço, com cadeiras, equipamentos de som, levar as crianças até a biblioteca e organizá-las.

Após o Cine, cada líder faz um relatório do que a sua equipe fez e o que poderia melhorar, para que o processo seja avaliado e aprimorado pelos educadores.









terça-feira, 10 de outubro de 2017

Lama Michel Rinpoche compartilha ensinamentos com os jovens da Fundação

Neste mês, a Fundação Julita recebeu uma visita muito especial, do Lama Michel Rinpoche, que é um importante líder budista tibetano conhecido no mundo todo. Além de conhecer a organização, o intuito da visita do Lama foi o de realizar uma palestra sobre um tema muito recorrente na nossa sociedade: a ansiedade.



Com um dia de sol brilhando e uma plateia lotada pelos jovens  de 15 a 17 anos, beneficiados pelo Programa Paineira e pelos jovens do Projeto Jovens Monitores em Esporte, Lama Michel, que já esteve em diversos países, fez uma breve apresentação em que contou como iniciou sua trajetória religiosa.Em seguida, compartilhou sabedoria, compreensão e muitos ensinamentos, em mais de uma hora de palestra.

Lama Michel abordou assuntos fundamentais como a necessidade de olhar e cuidar do nosso lado interior, a busca pelo autoconhecimento e as maneiras de controlar a ansiedade perante as coisas que não podem ser mudadas, pelo nosso simples desejo ou vontade.


Ele também reforçou que a nossa mente é o nosso guia, e, portanto, precisamos estar em harmonia com ela.
Além disso, apontou alguns caminhos que podem levar para a felicidade, independentemente de religião ou classe social.

“A felicidade não pode depender de uma vida sem problemas ou sem dificuldades, do contrário estaríamos todos perdidos, pois a felicidade seria uma coisa impossível. Problemas existem e sempre existirão. O necessário é saber lidar com eles, crescer com as dificuldades”, afirmou o Lama.


Para conferir tudo que aconteceu na palestra clique aqui e assista:
http://bit.ly/LamaNaFundacaoJulita 

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Fundação Julita usa Pluvi.On para medir o volume da chuva

Na Fundação Julita, as práticas sustentáveis tendo a permacultura (concepção ecológica inovadora) como ferramenta pedagógica são presentes no dia a dia. Entre as tecnologias que a organização utiliza está o Pluvi.On.

O Pluvi.On parece um simples relógio, porém ele é uma tecnologia digital que faz a contagem do volume da água da chuva e ajuda, por exemplo, na prevenção de enchentes, como explica Flávia Cremonesi, coordenadora do Centro de Educação Ambiental da  Fundação.

Na Fundação Julita há 6 anos a chuva causava muitos problemas, como enchentes e infiltrações, por isso, nós precisávamos monitorar a água. Para isso, o Centro de Educação Ambiental criou diversas tecnologias para tratar das questões relacionadas. Em parceria com o projeto que leva o mesmo nome, a Fundação instatou o Pluvi.On, uma ferramenta que mostra a quantidade de chuva que cai no entorno do local em que está instalado, o que possibilita prevenir e preservar os espaços da Julita”.

Além disso, oPpluvi.On ainda informa a temperatura, a umidade do ar, a previsão do tempo: tudo através da GPS. 

Pluvi.on sendo instalado na Fundação Julita


Como nasceu o Pluvi.on? 

O Pluvi.on naceu de uma inquietação. E se pudéssemos, a partir do momento em que a chuva começa a cair, antecipar se poderão ocorrer enchentes ou inundações em rua rua específica? 
E se, com isso, pudéssemos alertar a população para terem possibilidades de decidir o que fazer antes da cheia?
Eis que surgiu o Pluvi.on, uma pequena estação de medição de chuvas, open source, de baixo custo que, instalada em cada canto da cidade, consegue medir a intensidade da chuva e antever a probabilidade de uma enchente no seu entorno.


Como usar o Pluvi.on?

Têm diversos aparelhos de Pluvi.On espalhados pela cidade onde é possível fazer consultas via rede social. É possível virar amigo do Pluvi.on no Facebook ou no Telegram e verificar as informações disponíveis, de acordo com a região desejada.
Clique aqui e confira.



CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O Centro de Educação Ambiental possui 12 tecnologias sustentáveis que foram criadas e implantadas com o intuito de oferecer alternativas às necessidades da comunidade beneficiada: cisterna, biodigestor, círculo de bananeiras, swales (canais de infiltração), bacias de infiltração, horta de plantas alimentícias não-convencionais, biofiltro, horta de medicinais, telhado verde, tinta de terra, jardim de beija-flor, jardim de chuva e projeto de agrofloresta de recuperação do bosque.